¿Cuál es el árbol más antiguo de Madeira?
A árvore mais antiga desta lista é a Árvore da Bruxa, no Fanal, um til (Ocotea foetens) dentro do núcleo protegido do planalto do Paul da Serra, acima do Porto Moniz. As estimativas vão de várias centenas de anos a 500 ou 600, e o próprio registo da Madeira data o núcleo à volta dela apenas como centenas de anos, descrevendo uma mancha referenciada como anterior à chegada dos portugueses à ilha, em 1419. É a resposta mais vaga que há e é a melhor disponível, porque as outras oito árvores desta lista não têm idade registada nenhuma.
A Madeira quase não regista idades das suas árvores monumentais. Oito das dez desta lista não têm nenhuma, e vêm de duas listas diferentes. O inventário da própria ilha dá ao ginkgo, ao cipreste da Quinta Magnólia, à faia-vermelha do Monte e à pseudotsuga das Queimadas uma altura, um perímetro de tronco e um estado, e depois escreve sem referência na coluna da idade. A lista municipal do Funchal é ainda mais magra: a araucária da Quinta Vigia, a bela-sombra e a canforeira do Jardim Municipal e o metrosídero do Palheiro aparecem como um código e um nome, saídos de um levantamento regional de 2008, sem medição nenhuma. Sobram os dois povoamentos nativos. Os dragoeiros das Neves são descritos como centenários, mais de um século, e nada mais preciso do que isso. O núcleo de tis do Fanal é datado apenas como centenas de anos e é referenciado como anterior à chegada dos portugueses a uma ilha desabitada, em 1419; a árvore que os visitantes ali conhecem por Árvore da Bruxa é posta em 500 ou 600 anos pelas fontes de turismo, sem nada publicado por trás desse número. Portanto a ordenação honesta é Fanal primeiro, Neves em segundo, e oito árvores sem data a seguir. A pseudotsuga é a armadilha: é a árvore mais alta da lista, com 39 metros, e as pseudotsugas crescem depressa, por isso a altura não diz nada sobre a idade dela.
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