O Cipreste da Quinta Magnólia
MadeiraSão Martinho, Funchal
Os madeirenses chamam a esta espécie cedro-das-barracas, porque tradicionalmente se cortava a guia jovem para a copa engrossar para fora e fazer um telhado de sombra. A esta ninguém fez isso. Foi antes para cima: 29,5 metros de altura sobre um tronco de 6,06 metros de perímetro, mais de um metro de diâmetro maciço, coisa que o registo da ilha aponta como excepcional num Cupressus lusitanica e suficiente para fazer dele um dos maiores da espécie na Madeira. A espécie não é portuguesa, diga o nome o que disser. Vem do México e da América Central, e ficou com o nome latino por causa de árvores que já cresciam em Portugal e não de nada perto da origem real. A idade não está registada. O registo dá-lhe o estado bom e nota que está sob monitorização técnica permanente, que é o que a ilha faz às árvores que não tenciona perder. Ninguém o datou, e se souber quando foi plantado, diga-nos. Está na Quinta Magnólia, um parque público de uns 40.000 metros quadrados no meio do Funchal, gratuito e aberto das oito da manhã às oito da noite, o que faz desta a árvore mais fácil de ir ver em toda a lista.
Quinta Magnólia, Rua Dr. Pita, Funchal
Entrada gratuita, aberto todos os dias das 08:00 às 20:00
Parque no centro do Funchal, a pé a partir da zona do Lido ou uma curta viagem de autocarro ou táxi do centro da cidade. Para esta não é preciso carro.
Fontes
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