Na noite de 27 de setembro de 1810, o duque de Wellington prendeu o cavalo a esta árvore, e a árvore continua aqui, ao contrário da maior parte do convento. Wellington acabara de enfrentar o exército francês de Masséna ao longo da serra, na batalha que travou a terceira invasão de Portugal, e depois instalou-se no convento carmelita de Santa Cruz. No século XIX, os construtores demoliram quase todo esse convento para erguer o Palace Hotel, e a oliveira sobreviveu à demolição por estar no caminho: hoje fica no meio da estrada que atravessa o Largo do Mosteiro, que é exatamente onde vai parar uma árvore quando ninguém tem coragem de a cortar. À vista é coisa modesta, sete metros e meio de altura e um tronco com dois metros e meio de perímetro. Vale pelo que aconteceu ao seu lado, não pelo tamanho. Há dois séculos que se mostra esta árvore a quem passa. O Estado classificou-a em 2018, com as restantes veteranas da mata, e é a única delas que um general terá usado para prender o cavalo.
Largo do Mosteiro, Mata Nacional do Bucaco, 3050-261 Luso
Gratuito a pé. Os carros pagam 5 euros à entrada da mata
No Largo do Mosteiro, junto ao Palace Hotel, cerca de 2 km a subir desde o Luso
Fontes
De onde vêm os dados desta página.
- No registo oficial: Arvoredo de Interesse Público (ICNF), no. AIP01110428I
- si.icnf.pt
- en.wikipedia.org
- lifecooler.com
- fmb.pt
