A Árvore-do-Imperador do Campo de Santana
Centro
Localização aproximada.
Este é o único exemplar centenário catalogado da espécie no Rio, e parte dele é sustentada por cabos de aço. Em abril de 2022, o engenheiro florestal Sydney Brasil subiu na árvore, doze metros e mais, e instalou cabos para sustentar dois galhos que haviam rachado sobre cavidades antigas. Ele já tinha sinalizado o dano em 2019. Chrysophyllum imperiale está criticamente ameaçada em sua própria Mata Atlântica, e é chamada de árvore-do-imperador porque dois imperadores gostavam dela. Dom Pedro I e Dom Pedro II apreciavam o fruto, parecido com um abiu, de casca amarelo-pálida e polpa doce e translúcida, e Dom Pedro II mandou mudas para o exterior. Exemplares catalogados hoje crescem nos jardins botânicos de Sydney, Lisboa, Buenos Aires, Bruxelas e Florença. Ela cresce no Campo de Santana, o maior espaço verde do centro do Rio, que o paisagista francês Auguste François Glaziou foi contratado para criar em 1871. Dom Pedro II o havia trazido em 1858 para comandar os parques e jardins imperiais, e ele depois desenhou o Passeio Público, os jardins do Palácio do Catete e a Quinta da Boa Vista. Glaziou plantou esta árvore. Nenhuma fonte dá o ano, então sua idade é uma faixa de 140 a 160 anos, em vez de um número contado a partir da fundação do parque. Dezoito anos depois que aquele parque abriu, a República foi proclamada nele.
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Como chegar
Campo de Santana (Praça da República), Centro, Rio de Janeiro
Gratuito, no parque público do Campo de Santana, aberto todos os dias
Estação Central do Brasil ou estação de metrô Presidente Vargas, poucos minutos a pé
Fontes
De onde vêm os dados desta página. A história foi escrita com IA a partir destas fontes, e os leitores que conhecem a árvore corrigem-na.